11 hábitos de pessoas (muito) improdutivas

6 05 2012

extraído do sítio http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/11-habitos-de-pessoas-muito-improdutivas

Homem com post-it no rosto

Talita Abrantes, de Exame.com

São Paulo – De aplicativos a métodos para lá de sofisticados para tornar o tempo mais rentável: nunca os profissionais tiveram tantos recursos para gerir a maneira como utilizam as horas, minutos e segundos que recheiam o expediente. Mesmo assim, muita gente ainda vive uma agenda caótica e um fim de mês de poucos resultados.

Confira abaixo quais os hábitos que mais contribuem para este cenário:

Hábito 1 Deixar a vida os levar

O principal erro de quem não consegue manter a agenda (e a vida) em dia é não planejar. “É aquela pessoa que faz tudo de última hora e não prevê o que pode acontecer”, diz o Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo e fundador da consultoria TRIAD PS.

De fato, ao longo do dia (em alguns setores mais, em outros menos) imprevistos acontecem. E isso sempre determina um novo arranjo na ordem de prioridades. O problema não é este tipo de dinâmica, mas sim não controlar os itens que já são conhecidos previamente.

“Para planejar, você não precisa saber tudo que irá acontecer, mas pelo menos uma parte”, diz. “Se você nunca sabe nada, acaba não andando para frente, apenas patinando”.

Como mudar? Não se atenha apenas ao planejamento do dia seguinte. No mínimo, planeje os três dias que se seguem. Jamais lote sua agenda de compromissos, deixe sempre um espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas. Dedique o tempo restante para aquilo que não estava no seu calendário previamente.

Hábito 2 Acreditar que tudo é para ontem

Por não olhar de uma maneira criteriosa para o próprio tempo, há quem veja tudo (e todos) como prioridade. Resultado? “A pessoa faz tudo e lota sua agenda de coisas desnecessárias”, diz Barbosa

Como mudar? Tenha uma postura crítica diante de cada demanda que cruza seu caminho. “Atividades importantes estão relacionadas com tempo e trazem resultado. As urgentes têm de ser feitas imediatamente. Essa diferenciação é vital”, diz.

Hábito 3 Subestimar as ferramentas de produtividade

Atire a primeira pedra quem nunca começou e abandonou rapidamente um novo aplicativo ou estratégia para gerir melhor o tempo. Mas, de acordo com o especialista, este é um outro deslize clássico de quem não consegue manter a vida em dia.

“Não é com duas ou três semanas que seu cérebro será treinado. Os resultados aparecem só a partir da quarta ou quinta semana”, diz o especialista.

Como mudar? Encare com mais seriedade (e estratégia) as ferramentas de produtividade (como agenda e aplicativos de gestão do tempo). Firme um compromisso com você mesmo de usar um (e apenas um) deles. Para tirar o máximo de vantagem destes programas, siga algum método de gestão do tempo.

Hábito 4 Supervalorizar o e-mail

Checar o e-mail toda hora, responder todas as mensagens sem qualquer critério é a senha para se perder no trabalho.

Como mudar? Determine horários para checar seus e-mails de acordo com sua rotina de trabalho. Não se renda à tentação de abri-lo a todo momento e responder todas as demandas.

Hábito 5 Ser viciado em redes sociais

De acordo com pesquisa da Triad, 85% dos profissionais brasileiros acessam redes sociais durante o expediente. Segundo Barbosa, não há nenhum problema neste hábito. “Não sou contra as redes sociais, entre uma tarefa e outra você até pode ver. Mas fazer isso com frequência pode te prejudicar”.

Como mudar? Assim como com o e-mail, determine horários fixos para acessar as redes sociais. E não se renda a tentação de sabotá-los ou estendê-los.

Hábito 6 Espalhar todas as informações

Agenda, post-it, lista de tarefas do Google, aplicativos. A lista de recursos para tornar a vida mais organizada é imensa. Mas o excesso deles na rotina pode atrapalhar. “Tem gente que coloca tudo o que tem para fazer nestas várias ferramentas. E, porque fez anotações em locais obscuros, não consegue se planejar direito”, afirma o especialista.

Como mudar? Foque em apenas uma ferramenta para organizar sua rotina. Faça uso dela de maneira estratégica.

Hábito 7 Não delegar

De medo de perder a própria posição a não ter ao seu redor pessoas com treinamento suficiente, os motivos que fazem com que os profissionais não saibam delegar tarefas são inúmeros. Mas a consequência, quase sempre, é a mesma: trabalho para além da conta e uma agenda caótica.

Como mudar? Tenha consciência de que crescimento na carreira sempre implica em mais responsabilidades. Mas isso não significa que você tenha que abraçar o mundo sozinho. Quanto mais delegar, mais tempo terá para se dedicar às tarefas da nova função com excelência.

“Atividades confidenciais e estratégicas que dependam da sua decisão devem ser executas por você. Tarefas mais operacionais podem ser delegadas”, diz Barbosa.

Hábito 8 Ser fã incondicional de reuniões

Viver o expediente com as portas fechadas em uma reunião definitivamente não é sinônimo de produtividade. Ao contrário. Segundo pesquisa recente da Triad, apenas 1/3 das reuniões são consideradas produtivas pelos funcionários. “As reuniões não têm qualidade, não são planejadas, são muito longas e não atingem os objetivos propostos”, diz.

Como mudar? Não faça reuniões para tudo. Quanto mais claro e pontual for o objetivo da reunião, melhor. Tenha como meta fazê-las curtas. O tempo ideal? Meia hora. O limite? Duas. E nada além disso.

Hábito 9 Roubar o tempo alheio

Por ter uma agenda caótica, quem é improdutivo tende a atrapalhar todos que cruzam seu caminho profissional. “É aquela pessoa que delega demais para a mesma pessoa. Por não anotar informações, liga para checar dados. Pede tarefas no fim do expediente”, diz.

Como mudar? Analise o tempo dos outros antes de passar qualquer demanda. Não fique centrado apenas nas suas necessidades.

Hábito 10 Ser desorganizado

Organização é palavra de ordem para quem quer ter dias produtivos. Quem já sofreu para encontrar um arquivo em meio a confusão da mesa ou do computador sabe bem o que isso significa.

Como mudar? Quanto mais sua mesa estiver limpa, organizada e funcional mais você economizará tempo produtivo. Por isso, dedique-se a manter tudo, desde anotações até arquivos no computador, segundo uma lógica.

Hábito 11 Não ter tempo para si mesmo

Pessoas improdutivas não são as que mais se dedicam a sua vida pessoal. Ao contrário. No sufoco para manter a rotina profissional em dia, elas são as que mais sabotam o tempo dedicado para assuntos para além do expediente. “A produtividade está diretamente ligada à energia. Se a pessoa não tem tempo para descansar, perde a energia e, com isso, a disposição para trabalhar”, diz Barbosa.

Como mudar? Pense na sua agenda de forma a dedicar tempo, sim, para você mesmo e para outros assuntos pessoais. “Se a gente não tem tempo para quem faz diferença na nossa vida, no leito de morte, iremos nos arrepender pois é isso que faz a vida valer a pena”, afirma o especialista.

(Nota do blog: se algum arquiteto tiver menos de 5 dos 11 hábitos listados acima, por favor, me mande um email. Preciso aprender o segredo!)





Norma de estruturas de concreto passa por revisão

29 04 2012

PINIweb.com.br | Norma de estruturas de concreto passa por revisão  | Construção Civil, Engenharia Civil, Arquitetura.

Nível de resistência do concreto deve ser alterado no novo texto da NBR 6118

Aline Rocha

Marcelo Scandaroli

A norma NBR 6118 – Projeto de estruturas de concreto – Procedimento está em revisão.  A normalização, que trata especificamente de projetos de concreto para edificações e pontes começou a ser analisado no último dia 30 pela comissão de estudos CE 02:124.15.A principal mudança  será a introdução de novo dimensionamento da resistência do concreto, que a partir da revisão passará a ser entre 50 e 90 MPa. A NBR 6118 passou por uma reforma em 2003, mas de acordo com Suely Bueno, coordenadora da comissão, alguns pontos ficaram sem modificação. Em 2006, a Abece (Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural) promoveu uma campanha para sugestões de revisão, aberta para todos os profissionais da área. No ano seguinte, a comissão de estudos avaliou as sugestões e introduziu novas modificações para acompanhar a evolução do mercado.Depois que a ABNT (Associação Brasileira de Normas e Técnicas) tornou-se signatária da ISO (International Organization for Standardization), que pede revisões das normas a cada cinco anos, tornou-se necessária uma nova reforma. No ano passado, o texto-base elaborado pela Abece foi lançado no 14º Enece (Encontro Nacional de Engenharia e Consultoria Estrutural). O trabalho também foi divulgado para a comunidade da área, abrindo espaço para sugestões.Em março deste ano começaram as revisões oficiais da ABNT. Apesar de já estar no processo de revisão, a coordenadora afirma que o grupo continua recebendo sugestões. Outras alterações não adicionadas este ano podem, entretanto, entrar nas próximas revisões.A coordenadora da comissão também afirma que a norma não terá grande influência nas obras em si, pois seu objetivo maior é organizar aquilo que está pendente. “Os softwares de medição terão que se adequar”, adianta.A comissão de estudos pretende encerrar o processo de revisão até outubro e acertar os últimos detalhes em novembro. Depois do encerramento, a NBR 6118 ficará disponível para consulta pública.As reuniões plenárias  acontecem em São Paulo e são abertas a todos os interessados. Também é possível participar à distância por meio da ferramenta Livelink, que permite o acesso aos documentos analisados pelo grupo, inclusive os textos parciais com as novas modificações. Além disso, o participante pode encaminhar sugestões e observações, desde que faça cadastro no site da ABNT e concorde com os termos de confidencialidade.A pasta da NBR 6118 pode ser encontrada na opção comitês técnicos, 002 – ABNT/CB-02 – Construção Civil. No link comissões de estudo, o arquivo correspondente à norma está localizado em CE 02:124.15.





Vida de arquiteto

29 04 2012

No último dia 25 de abril fui convidado para uma palestra/conversa com os alunos de arquitetura da Unip – DF, juntamente como o arquiteto Airton Costa Jr. que tive o prazer de conhecer nesta ocasião. O tema da conversa girava em torno da nossa experiência como arquitetos, as agruras, aventuras e desventuras de ter um pequeno escritório de projeto. Foi uma boa oportunidade para “passar em revista” esses 11 anos de profissão. Ainda estou longe de onde quero chegar, mas vivo o dilema de estar muito aquém de onde achei que estaria a essa altura da vida. Para minha sorte, arquiteto não se aposenta. Temos na longevidade profissional uma de nossas principais características.

 

Em todo caso, ao preparar a palestra pude perceber que todos os erros cometidos foram de minha inteira responsabilidade. Falta de conhecimento em administração, direito, gerenciamento de projetos, gestão empresarial, economia, contabilidade (sim, todo profissional liberal / empresário precisa saber o mínimo de contabilidade). Não basta ser um bom arquiteto, dominar os programas da área, desenhar como poucos ou ter uma habilidade inata em conquistar pessoas e conseguir clientes. Sem falsa modéstia, tenho boa parte destes atributos.

Atualmente o que mais me aflige no meu pequeno escritório é a dificuldade em conseguir ser arquiteto, dentro da mais básica acepção do termo. Gosto de projetar, de passar uma tarde na minha sala rodeado de papéis em branco e lápis, naquele fértil terreno onde brotam as ideias  - afinal é por causa destas ideias é que sou pago. O correto dimensionamento do fator tempo na quantificação de um projeto é fundamental para mim, já que uso exatamente esta grandeza para precificar meu serviço.

Quanto mais tempo levo para entregar um projeto maior será o custo do meu escritório para produzí-lo. Já que o valor de projeto é o mesmo, não precisa ser um gênio da matemática para deduzir que o dinheiro sairá da minha remuneração. Por outro lado, projetos feitos “a toque de caixa” via de regra têm sua qualidade reduzida, à medida que não há tempo hábil para as ideias nascerem e desenvolverem. O tempo de  fruição, tão fundamental em nossa profissão acaba sacrificado.

Continuo com o quase quixotesco objetivo de ser feliz trabalhando, criando, produzindo, lucrando, ganhando, perdendo, aprendendo, enfim… arquitetando.





50 anos de UnB

15 04 2012

Parabéns à nossa amada e sofrida UnB que é grande, mas poderia ser muito maior. Minha casa por 6 anos, onde descobri o que seria pelo resto da vida, onde conheci a mulher da minha vida, onde me descobri pai, onde conheci amigos para a vida toda. Me sinto orgulhoso de fazer parte da sua história, mas muito mais grato por ter tido a chance de incluí-la na minha.





Trabalho de equipe

4 03 2012

Não sei se vocês sabem, mas sou daltônico. O pior é que, não bastasse as dificuldades inerentes à esta condição herdada do meu grande avô Clovão, resolvi ser arquiteto. Basicamente, sou contratado para dizer aos meus clientes se fucsia combina com fendi, ou se off-white está fora de moda. Logo eu, que sempre me dei por satisfeito quando acertava as 12 cores da caixa de lápis Faber-Castell. Poderia me limitar a apregoar os benefícios do branco, da limpeza das formas puras, alvas como a neve, limpas de todas as amarras cromáticas que enlouquecem quem um dia ousou abrir aquela ferramenta de tortura chamada “catálogo de cores”.

Estudo preliminar para um café em andamento. Imagem: Marcelo Aquino

Há alguns dias dei uma entrevista a um jornal aqui de Brasília sobre a “vida de daltônico”, principalmente dentro da minha profissão. Havia perdido a noção da curiosidade que esta condição desperta. Me senti quase um Beethoven compondo ao piano sem ouvir o que tocava (guardadíssimas as devidas proporções). Acontece que às vezes até me esqueço que sou um color blind (adoro a secura do inglês, apesar de não ser exatamente um “cego de cores”. Talvez estrábico ou míope de cores fosse melhor). Ao responder as perguntas da entrevista percebi que tenho uma vida perfeitamente normal. tenho até o privilégio de fazer graça desta deficiência.

Estudo preliminar para uma loja Imagem: Marcelo Aquino

Como então um daltônico consegue indicar ou sugerir cores para seus clientes? Aí vai o segredo. Combinação de cores básica é igual a assobiar uma melodia. Posso não saber cantar, mas uma combinação de tons de memória dá pra soprar entre meus lábios. É um verdadeiro trabalho de equipe. Fazendo um projeto para um café, tinha a exata imagem do que eu queria para os revestimentos. Fui passando as instruções para meu estagiário-braço direito e esquerdo Marcelo Aquino, que cuidava de aparar as arestas. Queria um vidro cor café e as paredes chocolate. Se me pedirem para apontar a cor chocolate numa loja de tintas provavelmente eu vou acabar escolhendo um verde-escuro ou um marrom-piriri. Mas na minha cabeça eu sabia exatamente o efeito que queria. Aí que entra o Marcelo e suas maquetes eletrônicas. Simulamos as idéias que eu tenho e peço para alguém “normal” dar uma olhadinha, só para garantir.

Sem falar que minha sócia, no trabalho e na vida, felizmente não é daltônica, o que ajuda bastante. E assim continuo fazendo meu trabalho, colorindo o mundo com as cores que eu acho que vejo, sempre consultando a turma que trabalha comigo, por que prudência e canja de galinha…





Casas Brasileiras I – casa das canoas

28 01 2012

A casa, tema primordial da arquitetura, é em última instância a materialização dos hábitos, costumes e da condição social daqueles que a ocupam. Como tal, constitui ferramenta fundamental para a análise e compreensão da maneira pela qual o espaço residencial é visto e utilizado em determinada época, por determinado grupo, em determinado local.

Vamos começar a série com a lendária Casa das Canoas (1953), do mestre Oscar. Mais reconhecido pelos grandes palácios e suntuosos edifícios institucionais e culturais em todo o mundo, a casa não foi um tema recorrente dentro do seu trabalho. Esta, projetada para ele próprio, é um exemplo de como uma linguagem, um jeito próprio de ver e fazer arquitetura pode ser identificado em qualquer tipo de projeto, independentemente da sua escala ou do seu programa.

“A casa que um arquiteto projeta para ele mesmo em geral pode ser considerada uma manifestação das suas aspirações, uma espécie de testemunha, um confissão dos seus pecados, uma halografia em que não se pode apenas examinar o texto visível, mas graficamente delinear os motivos secretos do texto e as raízes profundas da inspiração do poeta.” (ROGERS, E. Architectural Review, 1954).

 

Um exemplo de percepção correta do terreno. O respeito e reverência ao sítio, à topografia, à vista e à vegetação talvez permitam uma comparação (neste aspecto) a outra casa lendária: A Fallingwater House, de Frank Lloyd Wright (1934-1936). Porém, o traço marcante, leve, sinuoso do mestre estão lá, tornando-a única.

 

“Essa casa é a construção mais sensual, talvez a casa mais erótica que um arquiteto famoso jamais imaginou. É um lugar deslumbrante, onde é muito agradável estar e amar. Aqui Niemeyer mostra o que arquitetura orgânica quer dizer para ele: uma configuração muito elegante, na qual o interior e o exterior se unem em harmonia. A Casa das Canoas é a síntese de uma busca que começou com o pavilhão brasileiro em Nova York (1939) e os prédios da Pampulha. O essencial é unir a feminidade com uma experiência dinâmica da natureza brasileira. A integração vital da casa na natureza foi influenciada pela obra do amigo pessoal de Niemeyer, o paisagista Burle Marx, uma pessoa muito importante para entender e situá-lo corretamente. Sem a visão de Burle Marx sobre a paisagem, Niemeyer talvez jamais conseguisse chegar nessa residência sublime. Os historiadores precisam destacar essas nuanças para captar e enfatizar as qualidades intrínsecas da obra.” (DUBOIS, Marc. www.vitruvius.com.br – 003.03. 2000)





Norma de Desempenho passará a ser exigida somente em março de 2013

26 01 2012

Projetos para prorrogação do prazo foram aprovados por mais de 90% dos votantes

Extraído de piniweb.com.br
Mauricio Lima

Marcelo Scandaroli

A NBR 15.575 – Norma de Desempenho só deverá ser exigida a partir de março de 2013. Os seis projetos para prorrogação do prazo da norma foram aprovados por mais de 90% dos votantes que participaram da consulta nacional no site da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

 

Inicialmente com exigibilidade prevista para 12 de novembro de 2010, a grande mobilização em massa, com cerca de 17 mil votos em consulta pública, reabriu a comissão de estudos e conseguiu prorrogar o prazo de exigibilidade para 12 de março de 2012. A revisão do texto, para tanto, deveria ter sido concluída em setembro de 2011. Em janeiro de 2011, foram apresentadas quase 5 mil propostas de modificações.

Agora, a revisão deverá ser publicada em março de 2012, segundo o Comitê Brasileiro da Construção Civil (CB-02), para entrar em consulta pública por aproximadamente seis meses e atender a um novo prazo de adaptação também de cerca de seis meses e, finalmente, poder entrar em exigibilidade em março de 2013.

Confira abaixo o resultado da consulta pública para a prorrogação dos projetos:

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-1 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 1: Requisitos gerais

Aprovados sem restrições: 395 – 94,95%
Aprovados com observações de forma: 3 – 0,72%
Não aprovados com objeções: 18 – 4,33%
Total Geral: 416 – 100%

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-2 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais

Aprovados sem restrições: 348 – 96,67%
Aprovados com observações de forma: 2 – 0,56%
Não aprovados com objeções: 10 – 2,78%
Total Geral: 360 – 100%

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-3 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos externos

Aprovados sem restrições: 343 – 96,62%
Aprovados com observações de forma: 1 – 0,28%
Não aprovados com objeções: 11 – 3,10%
Total Geral: 355 – 100%

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-4 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas

Aprovados sem restrições: 340 – 96,87%
Aprovados com observações de forma: 1 – 0,28%
Não aprovados com objeções: 10 – 2,85%
Total Geral: 351 – 100%

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-5 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas

Aprovados sem restrições: 334 – 96,53%
Aprovados com observações de forma: 2 – 0,58%
Não aprovados com objeções: 10 – 2,89%
Total Geral: 346 – 100%

Projeto Emenda ABNT NBR 15575-6 Edifícios habitacionais até cinco pavimentos – Desempenho – Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários

Aprovados sem restrições: 335 – 96,26%
Aprovados com observações de forma: 2 – 0,57%
Não aprovados com objeções: 11 – 3,16%
Total Geral: 348 – 100%








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