RIBA e Norman Foster abrem inscrições para programa internacional que dará bolsa de estudo | aU – Arquitetura e Urbanismo

RIBA e Norman Foster abrem inscrições para programa internacional que dará bolsa de estudo | aU – Arquitetura e Urbanismo.

Do portal PINIweb.

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Estudante que apresentar a melhor pesquisa sobre a sobrevivência das cidades ganhará sistema mil libras e uma viagem à Londres

O Royal Institute of British Architects (RIBA) e o escritório de arquitetura Foster + Partners, do arquiteto Norman Foster, abriram as inscrições para o RIBA Norman Foster Scholarship 2015, programa internacional que oferecerá uma bolsa de estudos de seis mil libras e uma viagem à Londres, na Inglaterra, para o estudante de arquitetura e urbanismo que melhor desenvolver uma pesquisa sobre a “sobrevivência das cidades” em um local a escolha do aluno.

Para participar, os candidatos precisam elaborar e enviar até o dia 24 de abril um projeto com um tema como: aprendendo com o passado para informar o futuro; o futuro da sociedade; a densidade dos assentamentos; sustentabilidade; o uso de recursos; e a qualidade de vida urbana e transporte.

Os estudantes devem estar matriculados no curso de arquitetura em uma instituição de ensino parceira do RIBA, e ter concluído pelo menos o primeiro ano. Cada instituição poderá participar com apenas um trabalho.

 

Brincando de projetar ou projetar brincando

Você, estudante de arquitetura, consegue se divertir ao projetar? se costuma iniciar os trabalhos direto na opressora, monótona, insossa tela preta (ou cinza ou pior, branca!) do AutoCAD, provavelmente não.

Neste momento, se você está pensando “mas eu não sei projetar de outro jeito”, culpe seus professores. Comece pelo PA1 e vá distribuindo, em ordem decrescente, a culpa entre seus professores de projeto até o momento. Pronto?

Agora pegue 50% dessa culpa e transfira a você mesmo. Até porque se a essa altura do curso você ainda não percebeu que suas mãos são o melhor instrumento de projeto que você tem, a coisa tá feia pro teu lado.

“Ah, mas eu uso programas mais intuitivos como o Sketch up”, ou melhor, “sou o fera do Revit. Aquele programa que faz tudo praticamente sozinho”. Se você não se defende bem no bom e velho risco, se não sabe elaborar desenhos conceituais, definir o partido arquitetônico, explicá-lo em poucos traços, falta muito arroz-com-feijão até você projetar direito.

O melhor de tudo? dá para se divertir projetando! rabiscar é legal! mesmo que seu desenho seja um “garrancho”, se ele tiver um princípio gerador, escala e proporção você está no caminho certo.

Lembra-se do LEGO? Que tal brincar de lego e aproveitar para verificar se aquela volumetria desenhada por você faz algum sentido e de quebra arrancar suspiros entusiasmados e lágrimas sinceras do seu professor?

O LEGO Architecture Studio Kit, por exemplo, é composto por mais de 1200 peças brancas e transparentes,que permite criar um número considerável de possibilidades volumétricas, garantindo total liberdade ao usuário.

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Ele ainda vem com um guia de 272 páginas,contendo exercícios criados por arquitetos do mundo todo.

Se você ainda estiver em dúvida se essa é a profissão certa para você, eis uma ótima oportunidade. Se você não jogar tudo pela janela nas primeiras tentativas, existem grandes possibilidades de sucesso.

Se você é amante da tecnologia, daqueles que decidiram pela arquitetura de tanto jogar “The Sims”, programas de desenho a mão no tablet, por exemplo (eu uso o Paper 53, para iPad: https://www.fiftythree.com/paper), são uma boa pedida. Ágeis, práticos e com vários recursos de acabamento, já me salvaram inúmeras vezes.

Croqui de uma pequena residência feito no Paper 53 para iPad. Autor: Ricardo Meira

Croqui de estudo de um edifício comercial, feito no Paper 53 para iPad. Autor: Ricardo Meira

O importante, fundamental, é que não se perca o tesão pelo desenho. Nossa profissão permite que o processo seja tão ou mais divertido do que o resultado. Isso é raro.

Procure cultivar isso na sua vida acadêmica. Se já for arquiteto, tente recuperar o prazer perdido. Transforme o desenho livre, a maquete de estudo, em “viagras arquitetônicos”. Dá resultado.

Um segredo: ao contratar estagiários damos muito mais valor àqueles estudantes que têm habilidade, segurança, coragem para criar, conceber espaços do que aos meros “garotos de programa” (parafraseando meu amigo Leonardo Inojosa). Não precisa ser arquiteto para operar um software.

O mais bacana na nossa profissão é a possibilidade de se divertir enquanto se trabalha. Todo processo criativo tem um componente lúdico que não pode ser perdido.

Fica a dica!

Estudantes da UFPR ganham etapa internacional de concurso para projetos em aço | aU – Arquitetura e Urbanismo

Estudantes da UFPR ganham etapa internacional de concurso para projetos em aço | aU – Arquitetura e Urbanismo.

do site http://www.au.pini.com.br

Equipe brasileira venceu a 7ª edição do Concurso Alacero de Diseño em Acero, realizada no México, com o tema Edifícios Destinados a Habitação Social

Kelly Amorim, do Portal PINIweb

13/Novembro/2014

A equipe de estudantes da Universidade Federal do Paraná (UFPR), formada por Alexandre Kenji Okabaiasse, Marcelo Miotto, Franco Luiz Faust e Rodolfo Luis Scuiciato, venceu a 7ª edição do Concurso Alacero de Diseño em Acero para Estudantes de Arquitectura 2014, promovido pela Asociación Latinoamericana del Acero (Alacero), do México.

Orientados pelos professores Emerson Vidigal e Madianita Nunes da Silva, os estudantes representaram o Brasil na competição internacional após terem vencido o 7º Concurso para Estudantes de Arquitetura do Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), sob o tema “Edifícios Destinados a Habitação Social”.

O projeto apresentado consiste na construção, em um terreno ocupado por assentamento de famílias de baixa renda no bairro Parolin, em Curitiba, de quatro blocos habitacionais dispostos na área em formato de “L”. A proposta também prevê a construção da sede da associação dos moradores e de uma creche.

A equipe vencedora recebeu premiação de seis mil dólares, além de um diploma, e a universidade recebeu quatro mil dólares e uma placa comemorativa. O segundo lugar da competição ficou com uma equipe da Universidad Del Valle, na Colômbia.

O tema para a próxima edição do concurso da CBCA, que será realizada em 2015, será anunciado em dezembro.

Nota do blog: Iniciativas como esta, onde estudantes podem aplicar o que é ensinado na academia, deveriam ser levadas mais a sério pelas instituições de ensino. Falta uma política de incentivo à participação dos alunos nestes concursos de projeto, principalmente nas escolas particulares, que usualmente possuem uma carga horária de ensino de projeto que beira o ridículo. Nós, professores de projeto, temos o dever de incentivar, apoiar e dar todo suporte necessário aos nossos alunos que se oferecem a tais desafios.

Criatividade desde o primeiro ano de faculdade

Video feito pelos alunos do primeiro ano da Bartlet School of Architecture.