Curso “Gestão de Escritórios de Arquitetura e Design” em Cuiabá

Atenção, Cuiabá! O IPOG oferece, de 1 a 3 de abril, o meu Curso de Aperfeiçoamento Profissional – CAP de “Gestão de Escritórios de Arquitetura e Design”.

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Com foco na prática, pautado pela minha experiência de 16 anos como arquiteto e urbanista e palestrante, vamos abordar aspectos importantes para o sucesso profissional, como planejamento estratégico, gestão de custos, precificação dos serviços, elaboração de propostas, contratos e técnicas de negociação.

Informações e inscrições: (65) 3321-3665 – cuiaba@ipog.edu.br

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11 hábitos de pessoas (muito) improdutivas

extraído do sítio http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/11-habitos-de-pessoas-muito-improdutivas

Homem com post-it no rosto

Talita Abrantes, de Exame.com

São Paulo – De aplicativos a métodos para lá de sofisticados para tornar o tempo mais rentável: nunca os profissionais tiveram tantos recursos para gerir a maneira como utilizam as horas, minutos e segundos que recheiam o expediente. Mesmo assim, muita gente ainda vive uma agenda caótica e um fim de mês de poucos resultados.

Confira abaixo quais os hábitos que mais contribuem para este cenário:

Hábito 1 Deixar a vida os levar

O principal erro de quem não consegue manter a agenda (e a vida) em dia é não planejar. “É aquela pessoa que faz tudo de última hora e não prevê o que pode acontecer”, diz o Christian Barbosa, especialista em gestão do tempo e fundador da consultoria TRIAD PS.

De fato, ao longo do dia (em alguns setores mais, em outros menos) imprevistos acontecem. E isso sempre determina um novo arranjo na ordem de prioridades. O problema não é este tipo de dinâmica, mas sim não controlar os itens que já são conhecidos previamente.

“Para planejar, você não precisa saber tudo que irá acontecer, mas pelo menos uma parte”, diz. “Se você nunca sabe nada, acaba não andando para frente, apenas patinando”.

Como mudar? Não se atenha apenas ao planejamento do dia seguinte. No mínimo, planeje os três dias que se seguem. Jamais lote sua agenda de compromissos, deixe sempre um espaço para imprevistos. Se você trabalha oito horas por dia, por exemplo, comprometa apenas de quatro a cinco horas. Dedique o tempo restante para aquilo que não estava no seu calendário previamente.

Hábito 2 Acreditar que tudo é para ontem

Por não olhar de uma maneira criteriosa para o próprio tempo, há quem veja tudo (e todos) como prioridade. Resultado? “A pessoa faz tudo e lota sua agenda de coisas desnecessárias”, diz Barbosa

Como mudar? Tenha uma postura crítica diante de cada demanda que cruza seu caminho. “Atividades importantes estão relacionadas com tempo e trazem resultado. As urgentes têm de ser feitas imediatamente. Essa diferenciação é vital”, diz.

Hábito 3 Subestimar as ferramentas de produtividade

Atire a primeira pedra quem nunca começou e abandonou rapidamente um novo aplicativo ou estratégia para gerir melhor o tempo. Mas, de acordo com o especialista, este é um outro deslize clássico de quem não consegue manter a vida em dia.

“Não é com duas ou três semanas que seu cérebro será treinado. Os resultados aparecem só a partir da quarta ou quinta semana”, diz o especialista.

Como mudar? Encare com mais seriedade (e estratégia) as ferramentas de produtividade (como agenda e aplicativos de gestão do tempo). Firme um compromisso com você mesmo de usar um (e apenas um) deles. Para tirar o máximo de vantagem destes programas, siga algum método de gestão do tempo.

Hábito 4 Supervalorizar o e-mail

Checar o e-mail toda hora, responder todas as mensagens sem qualquer critério é a senha para se perder no trabalho.

Como mudar? Determine horários para checar seus e-mails de acordo com sua rotina de trabalho. Não se renda à tentação de abri-lo a todo momento e responder todas as demandas.

Hábito 5 Ser viciado em redes sociais

De acordo com pesquisa da Triad, 85% dos profissionais brasileiros acessam redes sociais durante o expediente. Segundo Barbosa, não há nenhum problema neste hábito. “Não sou contra as redes sociais, entre uma tarefa e outra você até pode ver. Mas fazer isso com frequência pode te prejudicar”.

Como mudar? Assim como com o e-mail, determine horários fixos para acessar as redes sociais. E não se renda a tentação de sabotá-los ou estendê-los.

Hábito 6 Espalhar todas as informações

Agenda, post-it, lista de tarefas do Google, aplicativos. A lista de recursos para tornar a vida mais organizada é imensa. Mas o excesso deles na rotina pode atrapalhar. “Tem gente que coloca tudo o que tem para fazer nestas várias ferramentas. E, porque fez anotações em locais obscuros, não consegue se planejar direito”, afirma o especialista.

Como mudar? Foque em apenas uma ferramenta para organizar sua rotina. Faça uso dela de maneira estratégica.

Hábito 7 Não delegar

De medo de perder a própria posição a não ter ao seu redor pessoas com treinamento suficiente, os motivos que fazem com que os profissionais não saibam delegar tarefas são inúmeros. Mas a consequência, quase sempre, é a mesma: trabalho para além da conta e uma agenda caótica.

Como mudar? Tenha consciência de que crescimento na carreira sempre implica em mais responsabilidades. Mas isso não significa que você tenha que abraçar o mundo sozinho. Quanto mais delegar, mais tempo terá para se dedicar às tarefas da nova função com excelência.

“Atividades confidenciais e estratégicas que dependam da sua decisão devem ser executas por você. Tarefas mais operacionais podem ser delegadas”, diz Barbosa.

Hábito 8 Ser fã incondicional de reuniões

Viver o expediente com as portas fechadas em uma reunião definitivamente não é sinônimo de produtividade. Ao contrário. Segundo pesquisa recente da Triad, apenas 1/3 das reuniões são consideradas produtivas pelos funcionários. “As reuniões não têm qualidade, não são planejadas, são muito longas e não atingem os objetivos propostos”, diz.

Como mudar? Não faça reuniões para tudo. Quanto mais claro e pontual for o objetivo da reunião, melhor. Tenha como meta fazê-las curtas. O tempo ideal? Meia hora. O limite? Duas. E nada além disso.

Hábito 9 Roubar o tempo alheio

Por ter uma agenda caótica, quem é improdutivo tende a atrapalhar todos que cruzam seu caminho profissional. “É aquela pessoa que delega demais para a mesma pessoa. Por não anotar informações, liga para checar dados. Pede tarefas no fim do expediente”, diz.

Como mudar? Analise o tempo dos outros antes de passar qualquer demanda. Não fique centrado apenas nas suas necessidades.

Hábito 10 Ser desorganizado

Organização é palavra de ordem para quem quer ter dias produtivos. Quem já sofreu para encontrar um arquivo em meio a confusão da mesa ou do computador sabe bem o que isso significa.

Como mudar? Quanto mais sua mesa estiver limpa, organizada e funcional mais você economizará tempo produtivo. Por isso, dedique-se a manter tudo, desde anotações até arquivos no computador, segundo uma lógica.

Hábito 11 Não ter tempo para si mesmo

Pessoas improdutivas não são as que mais se dedicam a sua vida pessoal. Ao contrário. No sufoco para manter a rotina profissional em dia, elas são as que mais sabotam o tempo dedicado para assuntos para além do expediente. “A produtividade está diretamente ligada à energia. Se a pessoa não tem tempo para descansar, perde a energia e, com isso, a disposição para trabalhar”, diz Barbosa.

Como mudar? Pense na sua agenda de forma a dedicar tempo, sim, para você mesmo e para outros assuntos pessoais. “Se a gente não tem tempo para quem faz diferença na nossa vida, no leito de morte, iremos nos arrepender pois é isso que faz a vida valer a pena”, afirma o especialista.

(Nota do blog: se algum arquiteto tiver menos de 5 dos 11 hábitos listados acima, por favor, me mande um email. Preciso aprender o segredo!)

Estratégias de marketing

Extraído de http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/171/imprime91997.asp

Por Thiago Oliveira

Eis aqui uma área na qual o investimento financeiro é praticamente nulo e o seu talento e esforço pessoal são determinantes. Segundo os especialistas de marketing mais eficientes ainda são os mesmos já vastamente difundidos no meio corporativo em geral. O desafio está em utilizar esses instrumentos de maneira correta, explorá-los em suas nuances e ramificações variadas. Uma vez atingido o caminho certo, passa a valer como critério de êxito a habilidade de manutenção permanente das boas práticas. Confira como fazer nos tópicos a seguir.

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Proativo?

Extraído do blog http://www.ligiafascioni.com.br, sempre uma rica fonte de informação sobre gestão, dentre outras coias.

Estou trabalhando com um parceiro no desenvolvimento de um novo produto (breve teremos novidades) e a conversa acabou caindo no conceito de proatividade (o hífen caiu, segundo o feríssima Celso Vicenzi). É que hoje em dia é raro um profissional não se descrever como proativo. No currículo, só perde mesmo para a habilidade de trabalhar em equipe, mas disso tratamos depois.

Se a gente analisar direitinho vai ver que pouca gente é mesmo proativa, olha só.

Proatividade implica, basicamente, no sujeito ser responsável, ter iniciativa, ser auto-motivado, ser solícito e ter a capacidade de solucionar problemas (resolutividade).

Beleza, vamos então ver o primeiro item, responsabilidade. O profissional que é responsável no mais alto nível de proatividade (como todos dizem que são), não apenas define objetivos e articula uma forma de chegar onde deseja como ainda por cima consegue prever os riscos e se preparar para administrá-los. Isso tudo motivando as pessoas da equipe a trabalhar de maneira sintonizada com ele, já que o sujeito tem consciência de que não pode dar conta de tudo sozinho. Visualizou? Quantas pessoas você conhece com esse perfil?

O irresponsável é mais fácil de achar: o figura que é sempre surpreendido por imprevistos que o impedem de fazer o seu trabalho direito e cumprir os prazos prometidos. Claro, desnecessário dizer que esse tipo considera a perda de um arquivo que ele não fez backup como um fato imponderável da vida, totalmente fora de seu controle. O texto saiu com erros de português porque o Word não corrigiu e acabou a tinta da impressora (o universo conspira contra seu trabalho). A fatalidade impera e a culpa nunca é dele, já que para isso existem os clientes, o cosmos, os colegas, os fornecedores, os chefes e até o governo, não é mesmo minha gente?

Analisemos então agora a iniciativa e a auto-motivação. Possui essas qualidades a pessoa que observa o que se passa ao seu redor, identifica oportunidades e articula maneiras de aproveitá-las. Típico sujeito que está sempre ligado e atento, normalmente as pessoas o consideram um sortudo.

E o contrário (e mais comum)? É aquele tipo que fica compenetrado aguardando instruções (só faz aquilo que mandam e olhe lá, se der).

Solícito é aquele que está sempre concentrado em observar as necessidades das pessoas à sua volta e buscando encontrar uma maneira de atendê-las (às vezes ele precisa motivar alguém ou organizar um grupo para fazer a coisa acontecer). É o anfitrião atencioso, o empreendedor ligado nas tendências, o líder cuidadoso.

O contrário (e mais comum), é aquele que se finge de morto e ignora todas as criaturas viventes mesmo que elas paguem seu salário. Seu mantra: “isso não é minha função”. Maus garçons são especialistas na arte de olhar o infinito em estado de meditação profunda enquanto você passa ridículo fazendo micagens para ser atendido. Quem não conhece vendedores para os quais se precisa pedir pelamordedeus para que ele considere dar a graça de sua atenção?

Por último, proativa é aquela pessoa que efetivamente resolve as coisas e deixa bem claro os critérios que utilizou para tomar as decisões. Nesse caso, fica evidente para todos os envolvidos o impacto que cada decisão tem no resultado final (e afinal que resultado é esse que tanto se quer).

Mas o que se vê mesmo por aí são aquelas pessoas que acham que nunca têm elementos suficientes para decidir coisa alguma. Ficam sentadas se afogando em informações inúteis esperando uma iluminação ou um sinal divino para decidir se compram ou não mais um mouse (o do estagiário quebrou). São pessoas muito ocupadas, estressadas e cheias de responsabilidades. Frequentemente, as que se acham mais pró-ativas e só não fazem mais porque precisam carregar o mundo nas suas costas doloridas.

Não sei quanto a você, mas eu penso que as pessoas deviam tomar mais cuidado com as palavras que colocam no currículo.

Lígia Fascioni | www.ligiafascioni.com.br