Tour Arquitetônico 2016 – Portugal e Espanha

Folder CAU

Olá! Me chamo Ricardo Meira. Sou arquiteto, palestrante e professor. Com o apoio do IPOG, onde sou professor de pós-graduação, organizamos para setembro de 2016 um “tour arquitetônico”, cujo objetivo é oferecer a profissionais e estudantes de arquitetura e design de interiores uma oportunidade de visitar Lisboa, Porto e Barcelona, acompanhados por guias especializados e por este que vos fala. O roteiro inclui visitas a locais emblemáticos das cidades e  uma visita técnica ao escritório Mias Arquitetos, em Barcelona.

Roteiro:

  • Transporte privado ao grupo: Aeroporto/ hotel/ Aeroporto  em Lisboa e em Barcelona.
  • City tour arquitetônico em Lisboa com guia especializado.
  • Dia livre para atividades pessoais no Porto.
  • City tour arquitetônico em Barcelona com guia especializado.
  • Visita ao Escritório Mias Architects. Contato com os projetos de criação, modo de trabalho e experiência profissional.
  • Seguro viagem exigido pela União Europeia

Inscrição:

O valor do investimento por pessoa é de USD 2.730,00.

Forma de Pagamento:

Entrada de 20% e saldo parcelado em até 09x sem juros no cartão de crédito ou cheque.

O valor da viagem será fechado na câmbio do dia.

Mais informações: nacional@phnorth.com.br | 61 3032 6728

 

Anúncios

Curso “Gestão de Escritórios de Arquitetura e Design” em Cuiabá

Atenção, Cuiabá! O IPOG oferece, de 1 a 3 de abril, o meu Curso de Aperfeiçoamento Profissional – CAP de “Gestão de Escritórios de Arquitetura e Design”.

modelo-02-163777

Com foco na prática, pautado pela minha experiência de 16 anos como arquiteto e urbanista e palestrante, vamos abordar aspectos importantes para o sucesso profissional, como planejamento estratégico, gestão de custos, precificação dos serviços, elaboração de propostas, contratos e técnicas de negociação.

Informações e inscrições: (65) 3321-3665 – cuiaba@ipog.edu.br

Ideias para apartamentos (muito) pequenos

Tenho dedicado especial atenção às transformações na percepção do espaço realmente necessário para o desempenho de determinadas tarefas. Num mundo onde o metro quadrado está cada vez mais caro, onde os espaços são cada vez mais raros e, paradoxalmente, as fronteiras espaciais praticamente inexistem, a máxima “corbusiana” da máquina de morar faz cada vez mais sentido. Contingências da vida me fizeram experimentar essa nova vida com menos espaço, mas não menos livre. Morando em lugares menores somos praticamente forçados a sair, ver o mundo, correr no parque ao invés de ter uma esteira em casa, sair para se divertir com os amigos, ver gente, comprar menos suprimentos, gastar menos com limpeza, produzir menos lixo.

De qualquer forma, não há lugar como o lar. Dito isso, sempre é possível ter ideias criativas que deixem seu minúsculo apartamento confortável, bonito e prático.

Este apartamento de 36 m² usa bem as cores claras, numa solução quase monocromática. Este recurso aproveita melhor a iluminação, tanto natural quanto artificial, além de fazer o espaço aparentar ser maior do que realmente é. Sem mencionar que, num apartamento tão pequeno, ficaria difícil desviar o olhar daquela parede colorida…

A integração dos ambientes é quase obrigatória. Na verdade há um único ambiente onde as funções se desenvolvem harmonicamente.

Escolher “elementos-chave” para usar a cor. Móveis e ornamentos acabam tendo mais destaque na composição do ambiente.

Este apartamento tem apenas 27 m². Abusa da marcenaria para criar espaços “curinga”. O ambiente se torna dinâmico. Nesses locais não existem mais espaços estanques. A sala vira quarto, que vira cozinha, que vira sala…

A reforma do apartamento é de 2013, de autoria do arquiteto australiano Nicholas Gurney. Localizado em Sidney, o uso certeiro da paleta de cores ajuda a demarcar os espaços, dando ao apartamento um visual agradável e contemporâneo.

A cozinha é preta, o quarto é vermelho (Mengooo!!!). A estante amarela e o próprio quarto são fechados por portas deslizantes brancas, quando não são utilizados.

Mesa de desenho multitouch de 55″ para arquitetos, designers e engenheiros

Já pensou um desses no seu escritório?

Contos de um arquiteto daltônico – parte I

Certa noite, lá pelo segundo semestre da faculdade, estava eu fazendo meu trabalho de Desenho e Plástica II sozinho na FAU, de madrugada, com minha caixa de lápis de cor aquarelada, 40 cores, importada, um show. Eu sabia quais eram as cores porque decorei a posição dos lápis na caixa. Os azuis no começo, depois os verdes, amarelos, laranjas e assim por diante.
O trabalho consistia em desenhar vários tipos de vegetação, devidamente coloridos. De repente, esbarro acidentalmente e a caixa vai pro chão. 4h da manhã. O trabalho era pra ser entregue no dia seguinte. Respirei fundo, juntei os lápis do chão e comecei a colorir meu trabalho, sem medo de ser feliz. E tome grama laranja, folha amarela e céu roxo. No dia seguinte, apesar dos apelos dos meus caros colegas, temerosos pelo trauma que a avaliação da professora pudesse causar neste futuro arquiteto, entreguei os desenhos.
Dias depois, qual não foi minha surpresa: nota 9,0! Segundo a professora, eu coloquei a minha “verdade” nos desenhos. Reproduzi as cores conforme eu enxergava. Devia estar uma “beleza” o trabalho, mas o resultado foi o início do fim de um medo que poderia permear todo o meu curso. É claro que não dá pra fazer isso com uma casa, ou com um ambiente, mas a moral da história é: Não importa que cor você enxergue, sempre vai ter algum maluco que concorde contigo!