Cinco maneiras de manter seu arquiteto na linha


Essas dicas são para nossos clientes, mas servem para que nós, arquitetos, tenhamos uma noção clara de nossas responsabilidades. Este artigo é um mea culpa, uma tentativa sincera de aprender a lidar com as contingências de uma profissão muito complicada que envolve inspiração e prazos a ser cumpridos (ou seja, está fadada a causar problemas).




Extraí estas preciosas dicas de um blog sensacional ( modative.com ). Eis uma adaptação livre:


Arquitetos não são perfeitos (bom, quase!). Precisamos da sua ajuda de tempos em tempos. Atrasos no cronograma e orçamentos estourados na execução da obra podem acontecer em qualquer projeto. E, apesar da possibilidade de não ser culpa do seu arquiteto, seguem cinco dicas fáceis para ajudar a manter seu arquiteto na linha:

1. Contrato detalhado

Muitos arquitetos temem contratos detalhados por acharem que isso pode fazer com que o cliente não os contrate. Essa abordagem prejudica a todos, especialmente o cliente. Contratos não determinam somente os honorários do arquiteto. Um bom contrato cobre todos os detalhes. Por exemplo, responsabilidades das partes e o que acontece se algo der errado.

Fazer um projeto é algo sério. Se você tem medo de um contrato detalhado talvez deva reconsiderar construir alguma coisa.

2. Leia de novo

Certifique-se de reler o contrato ao longo do processo de trabalho. Esta é uma boa maneira de saber se o arquiteto está entregando o que promete e se você está fazendo sua parte.

3. Monitore o cronograma

É fácil sair do cronograma quando não há um! Seu arquiteto deve apresentar um cronograma preliminar no início do projeto e atualizá-lo periodicamente à medida que as coisas forem mudando (e mudarão).

Marque as reuniões com antecedência. Uma boa idéia é marcar uma data e fixar-se nela. “As reuniões serão toda sexta às 15h”. Aproveite pra levar o queijo e as azeitonas.

4. Gerenciamento do Orçamento

Caso não tenham dito, arquitetos não são experts em estimar custos de construção. Assim que possível, traga seu empreiteiro para a equipe nos momentos-chave durante o processo de projeto (caso o escritório de arquitetura não disponha de um) para auxiliar na estimativa de custos. É um dinheiro bem gasto. Avançar demais num projeto mais caro do que se espera pode ser muito mais dispendioso no final.

5. Recebimento das etapas

As fases de um projeto existem por uma razão: ajudam a monitorar seu progresso. Tenha uma noção clara por parte do seu arquiteto de quando uma fase termina e outra se inicia. Um bom método é o recebimento do trabalho por etapas. Como cliente, você deve assinar as pranchas/documentos, o que significa a aprovação no final de cada etapa. É comum que o contrato amarre os pagamentos às entregas das etapas.
O projeto de arquitetura é um trabalho de equipe. Se tudo estiver claro desde o começo entre você e seu arquiteto, as coisas correrão bem. Um empurrãozinho (pequeno) do cliente é sempre bem vindo.

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